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Viajo, logo existo... mas não para por ai!

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Viajo, logo existo... mas não para por ai! Viajar, segundo definição: sair de um lugar para outro. Prática que acompanha a humanidade desde os tempos em que éramos nômades e nos deslocávamos para sobrevivência em busca de alimento. Com a descoberta do fogo e início da agricultura de subsistência, o foco em viajar passou a ser econômico, troca e posterior venda de produtos, começou a era mercantil, dos cacheiros viajantes. "Viajo, logo existo! Aprendo, me desenvolvo, cresço e deixo minha marca nesse mundo." O avanço nos meios de transportou permitiu que viagens de longas distancias fossem mais fáceis. E dai vem “descoberta de novos continentes”, cruzadas, imigração e o início de toda essa movimentação. A globalização só acelerou ainda mais esse processo de viagens e foi dando cada vez mais força ao turismo, que apesar de já existir há algum tempo, foi tornando-se mais democratizado com o passar dos séculos. "[...] para viajar não há espaço para preconceitos."

Como escolher um saco de dormir perfeito

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Spoiler: ele não existe! Calma! Eu explico... Quando começamos a montar o nosso kit de acampamento, uma das grandes dúvidas que surgem é quais equipamentos comprar. Neste artigo falaremos de um dos itens mais críticos do sistema de dormir e que merece a maior atenção possível, já que além de conforto também pode ser considerado como um item de segurança. Estou falando do saco de dormir, que muitas vezes é negligenciado por iniciantes que, por falta de conhecimento, acaba “comprando qualquer um” e só percebe a besteira que fez quando enfrenta o primeiro perrengue no meio da madrugada. Neste texto vamos detalhar os principais aspectos a se levar em consideração antes de comprar o seu saco de dormir. Vamos lá? O formato Existem basicamente três formatos de sacos de dormir disponíveis no mercado. Mais a baixo vamos detalhar cada um deles, mas resumidamente são os com formato de sarcófago, mais largos na parte dos ombros e estreitos nos pés, os retangulares e os de formato misto,

Como praticar trekking na chuva...

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  ... será que dá certo? É uma delícia dormir com aquele barulhinho de chuva caindo na janela, não é mesmo? Mas e quando chega o dia daquela trilha que você programou há meses, naquele lugar maravilhoso, e está chovendo? O que fazer? Cancela a trilha e deixa para a próxima ou vai com a cara e a coragem e faz a trilha mesmo com chuva? Se você está lendo este artigo imagino que não seja do time que desiste, então eu vou lhe trazer algumas dicas de como trilhar em dias chuvosos de forma divertida e, principalmente, com segurança. Vem comigo? Antes de mais nada é preciso ter em mente que nem sempre será possível trilhar em dias chuvosos. Dependendo da região, do terreno e relevo ou do volume de chuvas que caiu nos últimos dias e que está previsto para o dia da trilha, pode ser aconselhável que não faça o passeio. Por isso é muito importante que sempre tenha o auxílio de um guia da região (de preferência credenciado em algum órgão de turismo) e acompanhe a previsão do tempo com alguns

Quando o horizontal deixa de ser desafiante, o único caminho é para cima!

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  Quando o horizontal deixa de ser desafiante, o único caminho é para cima! Iniciei nas trilhas em setembro de dois mil e dezoito, bem no feriado da Independência do Brasil, olha que profético. E trilha é aquele negócio né, ame ou odeie. Depois de chegar em casa quase morta e ficar dois dias gemendo para descer as escadas, o sentimento foi de amor mesmo. "Foi preciso aprender e vencer medos, concentrar e arriscar." Depois da primeira trilha (que, aliás, já comecei com quatorze quilômetros, sendo os três primeiros uma subida de chorar), andar vinte, vinte e quatro quilômetros em um dia passou de sacrifício/ loucura para uma atividade extremamente prazerosa, que me permitia parar a mente e só desfrutar da paisagem. A satisfação durou pouco tempo. Em dezembro de dois mil e dezoito eu parti para o próximo desafio: o rapel. E que delícia. Já são vinte e dois meses praticando quase semanalmente, descendo pontes, viadutos, cachoeiras e pedreiras pelas cidades de Minas. O rapel

Queimadas e desmatamento: nossa existência está em risco!

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  Queimadas e desmatamento: nossa existência está em risco! Vamos fazer o seguinte exercício de pensamento: imagine que um dia você está dormindo e desperta sentindo um cheiro estranho. Parece que algo está queimando. Você se levanta rapidamente para ver o que está acontecendo e quando abre a porta do quarto percebe que toda a sua casa está em chamas. Num ato desesperado você e sua família saem pela janela do seu quarto, mas assim que chegam ao quintal você pode ver que todas as casas do bairro também estão queimando. Não dá para chegar até o portão e alcançar a rua. De onde vocês estão é possível ouvir os gritos desesperados dos seus vizinhos sendo pegos pelo fogo. Não dá para correr. Não há onde se esconder. O fogo também vai pegar vocês e não há mais nada que você possa fazer. Você e sua família tão amada... Vão morrer! Forte não? Agora vamos trocar os personagens dessa história. Ao invés da sua rua temos as florestas e no lugar de você, sua família e vizinhos temos as tantas espé